Os fenômenos naturais ocorridos no Japão desde o dia 11 de março, somente trazem mais aflições; seja com ao número de mortes, a radioatividade, ou como o país irá sair da fossa.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), diz estar colocando tudo "em ordem": os reatores 5 e 6 já estão sob controle, com temperatura e pressão baixas, a população está tomando pílulas de iodo não radioativos para equilibrar níveis de radiação do próprio corpo, a fumaça do reator 3 já foi contida e o diretor-geral Yukiya Amano assegurou que a crise nuclear será superada de "maneira eficaz".
Mesmo que a AIEA esteja tendo bons resultados os japoneses já tem problemas com a falta de água potável, de alimentos e o principal: em cidades como Tukushima e Ibaraki, foi confirmada a presença de resíduos radioativos.
O número de mortos chega a 8.649 e desaparecidos 12.877.
A previsão é que o país terá gastos exorbitantes para se reconstruir. Ainda assim tragédia deixará lembranças inesquecíveis seja com relação a radiação ou na mente de quem presenciou tudo.
Por Patrícia Mendes Lopes - 2º C

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