O Bullying se trata de agressão constante com características predominantemente psicológicas,mas que também pode se expressar como violência física,segundo o psicólogo e doutor em educação Herculano Campos,e se manifesta principalmente nas escolas com crianças e adolescentes.
Essa agressão acontece de várias formas,como xingamentos,apelidos,fofocas,ameaças e exposição ao ridículo,e por motivos muito pequenos e tolos como por exemplo,porque o sujeito usa óculos,é muito baixo,gordo,magro,negro.
Na maioria das vezes as vitimas reagem de maneira silenciosa e não revelam o problema,o que deixa a situação pior,pois fica impossível oferecer qualquer ajuda.
No Brasil,apesar dessa violência ser sofrida por quase metade da população,ela não é enquadrada como crime.Nas escolas em geral o assunto é desconhecido pelos diretores e professores,o que indica uma grande falha no sistema educacional.
O problema pode trazer grandes conseqüências,o maior dele visto até hoje foi o suicídio.Nos EUA uma garota de 15 anos cometeu-o após ter sofrido ataques fisicos e verbais de colegas da escola.Com o acontecimento nove adolescentes foram indiciados por perseguições e violação dos direitos civis.
Esse tipo de providência deveria ser tomado também por autoridades brasileiras,e ser levado mais a sério essa violência que atinge a vida de tantas pessoas.
Por Renata Diniz
terça-feira, 12 de abril de 2011
Bullying não é brincadeira
Risadinhas de mau gosto, apelidos, cochichos, xingamentos podem provocar danos irreparáveis pelo resto da vida.
Joana tinha 13 anos e era uma das mais quietas e bem comportadas da turma. Era novata na escola, mas já colecionava alguns bons amigos. Brincava mas também queria namorar, como todas as garotas da sua idade, e pensava no futuro: queria ser médica ou advogada.
Vez por outra, algo atrapalhava a sua rotina de adolescente: por causa de uma deficiência na perna e nos lábios - consequencia de um parto a fórceps mal conduzido, percebia no fundo da sala de aula dedos apontados para ela, risadas suspeitas, palavras cochichadas.
Com o tempo, os apelidos ficaram mais claros, mais frequentes e ela identificou a origem: Rafael, também novato, também bem comportado. A professora pedia silêncio. Joana resolveu protestar, levou o caso para a diretoria e ficou acertada uma conversa com os pais dos dois.
Mas a medida teve efeito contrário, os xingamentos ficaram mais insistentes até o ponto em que ela não conseguiu mais suportar. Armada de uma faca que trouxera de casa, conseguiu golpear Rafael pelas costas. Depois empalideceu, ficou muda e só conseguiu emitir uma frase na presença dos policiais: "Eu queria matá-lo".
A história foi inspirada livremente no caso ocorrido semana passada em um colégio público do Alecrim, em Natal, e que chamou atenção da sociedade para um tipo de violência tão silenciosa quanto perigosa: o bullying.
"O bullying se trata de agressão constante com características predominantemente psicológicas, mas que também pode se expressar como violência física, comum no ambiente escolar", explica o psicólogo e doutor em educação, Herculano Campos.
Ele já orientou trabalhos sobre bullying - que ainda não ganhou tradução para o português - em escolas particulares de Natal e percebeu que o assunto é praticamente desconhecido pelo corpo pedagógico. "Eles em geral não sabem nem do que se trata. Nenhuma escola tem trabalho sistematizado".
Nada a ver com a frequencia dos casos dentro da sala de aula. O delegado Júlio Costa, da Delegacia Especializada em Atendimento ao Adolescente Infrator, é procurado diariamente por pais que querem prestar queixas de bullying e garante que esse é o tipo mais comum de violência nessa faixa etária.
As formas da agressão mais comuns são xingamentos, apelidos, isolamento, fofoca, ameaças e exposição ao ridículo. As razões são as mais diversas e tolas possíveis: é porque o sujeito usa óculos, ou é muito preto, ou muito branco, ou gordo, ou muito magro... "Ali se estabelece uma relação de poder, em que um colega quer mostrar que pode dominar o outro", explica Herculano Campos.
Nos meninos - onde o bullying é mais frequente - a violência pode vir associada à agressão física e roubo de dinheiro e lanche, por exemplo. Na sexta-feira (11), o delegado registrou a ocorrência de um menino que recebia sistematicamente soco nas costas, chute nas pernas, tapa no rosto, entre outras agressões.
"As escolas também devem ser responsabilizadas. Às vezes os próprios professores participam do bullying", denunciou Júlio Costa, citando uma diretora que pediu a presença da Polícia Militar, definitivamente, nas escolas. "É a prova de que o sistema educacional está falido".
Há também os casos de cyberbullying, em que o agressor cria página na internet com o objetivo de prejudicar moralmente o colega. Recentemente, o delegado iniciou um processo que culminou com a retirada de uma comunidade do Orkut em que a criadora e mais 26 "amigos" se divertiam difamando uma colega.
Para que seja caracterizado o bullying, é preciso que o indivíduo sofra com as investidas dos outros. "Na brincadeira, todos curtem, inclusive o objeto da brincadeira", explica o psicólogo.
A decisão de esfaquear alguém é rara. Geralmente, as vítimas reagem de maneira silenciosa, com desânimo, queda no aprendizado, vontade de mudar de escola, depressão e até suicídio. "É complicado você lidar com a agressão psicológica exatamente pelo fato de ela não aparecer, de ser velada".
De acordo com o delegado, os agressores aparecem em famílias desestruturadas, com relação afetiva conflituosa e onde os pais não oferecem limites às crianças. Muitas vezes eles repetem um comportamento que aprenderam em casa.
O psicólogo lista três estratégias que devem ser tomadas pelos educadores em caso bullying: não minimizar o problema, identificar o tipo de sofrimento do aluno e estabelecer um protocolo de enfrentamento do problema.
Outra medida que ajudaria no combate à violência seria enquadrá-la como crime. "Nossas leis só veem o ato em si, e não a reação de quem é agredido. Por isso, apelido não é crime".
http://www.espbr.com/noticias/bullying-brincadeira
Joana tinha 13 anos e era uma das mais quietas e bem comportadas da turma. Era novata na escola, mas já colecionava alguns bons amigos. Brincava mas também queria namorar, como todas as garotas da sua idade, e pensava no futuro: queria ser médica ou advogada.
Vez por outra, algo atrapalhava a sua rotina de adolescente: por causa de uma deficiência na perna e nos lábios - consequencia de um parto a fórceps mal conduzido, percebia no fundo da sala de aula dedos apontados para ela, risadas suspeitas, palavras cochichadas.
Com o tempo, os apelidos ficaram mais claros, mais frequentes e ela identificou a origem: Rafael, também novato, também bem comportado. A professora pedia silêncio. Joana resolveu protestar, levou o caso para a diretoria e ficou acertada uma conversa com os pais dos dois.
Mas a medida teve efeito contrário, os xingamentos ficaram mais insistentes até o ponto em que ela não conseguiu mais suportar. Armada de uma faca que trouxera de casa, conseguiu golpear Rafael pelas costas. Depois empalideceu, ficou muda e só conseguiu emitir uma frase na presença dos policiais: "Eu queria matá-lo".
A história foi inspirada livremente no caso ocorrido semana passada em um colégio público do Alecrim, em Natal, e que chamou atenção da sociedade para um tipo de violência tão silenciosa quanto perigosa: o bullying.
"O bullying se trata de agressão constante com características predominantemente psicológicas, mas que também pode se expressar como violência física, comum no ambiente escolar", explica o psicólogo e doutor em educação, Herculano Campos.
Ele já orientou trabalhos sobre bullying - que ainda não ganhou tradução para o português - em escolas particulares de Natal e percebeu que o assunto é praticamente desconhecido pelo corpo pedagógico. "Eles em geral não sabem nem do que se trata. Nenhuma escola tem trabalho sistematizado".
Nada a ver com a frequencia dos casos dentro da sala de aula. O delegado Júlio Costa, da Delegacia Especializada em Atendimento ao Adolescente Infrator, é procurado diariamente por pais que querem prestar queixas de bullying e garante que esse é o tipo mais comum de violência nessa faixa etária.
As formas da agressão mais comuns são xingamentos, apelidos, isolamento, fofoca, ameaças e exposição ao ridículo. As razões são as mais diversas e tolas possíveis: é porque o sujeito usa óculos, ou é muito preto, ou muito branco, ou gordo, ou muito magro... "Ali se estabelece uma relação de poder, em que um colega quer mostrar que pode dominar o outro", explica Herculano Campos.
Nos meninos - onde o bullying é mais frequente - a violência pode vir associada à agressão física e roubo de dinheiro e lanche, por exemplo. Na sexta-feira (11), o delegado registrou a ocorrência de um menino que recebia sistematicamente soco nas costas, chute nas pernas, tapa no rosto, entre outras agressões.
"As escolas também devem ser responsabilizadas. Às vezes os próprios professores participam do bullying", denunciou Júlio Costa, citando uma diretora que pediu a presença da Polícia Militar, definitivamente, nas escolas. "É a prova de que o sistema educacional está falido".
Há também os casos de cyberbullying, em que o agressor cria página na internet com o objetivo de prejudicar moralmente o colega. Recentemente, o delegado iniciou um processo que culminou com a retirada de uma comunidade do Orkut em que a criadora e mais 26 "amigos" se divertiam difamando uma colega.
Para que seja caracterizado o bullying, é preciso que o indivíduo sofra com as investidas dos outros. "Na brincadeira, todos curtem, inclusive o objeto da brincadeira", explica o psicólogo.
A decisão de esfaquear alguém é rara. Geralmente, as vítimas reagem de maneira silenciosa, com desânimo, queda no aprendizado, vontade de mudar de escola, depressão e até suicídio. "É complicado você lidar com a agressão psicológica exatamente pelo fato de ela não aparecer, de ser velada".
De acordo com o delegado, os agressores aparecem em famílias desestruturadas, com relação afetiva conflituosa e onde os pais não oferecem limites às crianças. Muitas vezes eles repetem um comportamento que aprenderam em casa.
O psicólogo lista três estratégias que devem ser tomadas pelos educadores em caso bullying: não minimizar o problema, identificar o tipo de sofrimento do aluno e estabelecer um protocolo de enfrentamento do problema.
Outra medida que ajudaria no combate à violência seria enquadrá-la como crime. "Nossas leis só veem o ato em si, e não a reação de quem é agredido. Por isso, apelido não é crime".
http://www.espbr.com/noticias/bullying-brincadeira
Suicídio de garota após bullying leva a indiciamento de 9 adolescentes nos EUA
Nove adolescentes foram indiciados pela Justiça do Estado americano de Massachussetts após o suicídio de uma estudante de 15 anos que teria sido supostamente vítima de bullying (intimidações físicas e psicológicas) do grupo.
Dois dos adolescentes indiciados foram acusados de abuso sexual, mas a promotora não deu detalhes. Outras sete garotas foram indiciadas por perseguição, assédio criminoso e por violação dos direitos civis de Phoebe.
Segundo Scheibel, o suicídio de Phoebe foi “a culminação de uma campanha de quase três meses de comportamento verbalmente intimidatório e ameaças de danos físicos”.
A lista de indiciados não inclui nenhum funcionário da escola onde a adolescente estudava, apesar de a promotora ter afirmado que a direção e os professores sabiam dos abusos.
Pelo menos quatro estudantes e dois professores teriam tentado impedir os ataques contra Phoebe ou teriam relatado o problema à direção da escola.
“Uma falta de entendimento sobre intimidações associadas com relacionamentos entre adolescentes parece ter sido comum na South Hadley High School”, disse Scheibel. “Isso, por sua vez, levou a uma interpretação inconsistente do código de conduta da escola quando os incidentes foram observados e relatados.”
“As ações ou inações de alguns dos adultos da escola são preocupantes”, afirmou a promotora. Segundo ela, a mãe da garota havia conversado com pelo menos dois funcionários da escola e os problemas eram “amplamente conhecidos” pela direção.
Scheibel afirmou ainda que mais uma pessoa poderá ser indiciada, mas não deu mais detalhes.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/03/100330_adolescente_bullying_rw.shtml
Phoebe Prince, que havia imigrado recentemente com a família da Irlanda para a cidade de South Hadley, em Massaschussetts, foi encontrada enforcada na escada do prédio onde morava no dia 14 de janeiro.
Segundo a promotora que cuida do caso, Elizabeth D. Scheibel, Phoebe teria se matado após uma série de ataques físicos e verbais, culminando com um dia descrito como “torturante” no qual ela teria sido vítima de calúnias e atacada com uma lata de bebida.
Phoebe teria começado a ser perseguida por colegas de escola após um curto relacionamento com um colega popular, terminado seis semanas antes de seu suicídio.
Os ataques teriam ocorrido principalmente dentro da escola, mas também por meio de mensagens por celular e em sites de relacionamento social na internet.
Abuso sexualSegundo a promotora que cuida do caso, Elizabeth D. Scheibel, Phoebe teria se matado após uma série de ataques físicos e verbais, culminando com um dia descrito como “torturante” no qual ela teria sido vítima de calúnias e atacada com uma lata de bebida.
Phoebe teria começado a ser perseguida por colegas de escola após um curto relacionamento com um colega popular, terminado seis semanas antes de seu suicídio.
Os ataques teriam ocorrido principalmente dentro da escola, mas também por meio de mensagens por celular e em sites de relacionamento social na internet.
Dois dos adolescentes indiciados foram acusados de abuso sexual, mas a promotora não deu detalhes. Outras sete garotas foram indiciadas por perseguição, assédio criminoso e por violação dos direitos civis de Phoebe.
Segundo Scheibel, o suicídio de Phoebe foi “a culminação de uma campanha de quase três meses de comportamento verbalmente intimidatório e ameaças de danos físicos”.
A lista de indiciados não inclui nenhum funcionário da escola onde a adolescente estudava, apesar de a promotora ter afirmado que a direção e os professores sabiam dos abusos.
Pelo menos quatro estudantes e dois professores teriam tentado impedir os ataques contra Phoebe ou teriam relatado o problema à direção da escola.
“Uma falta de entendimento sobre intimidações associadas com relacionamentos entre adolescentes parece ter sido comum na South Hadley High School”, disse Scheibel. “Isso, por sua vez, levou a uma interpretação inconsistente do código de conduta da escola quando os incidentes foram observados e relatados.”
“As ações ou inações de alguns dos adultos da escola são preocupantes”, afirmou a promotora. Segundo ela, a mãe da garota havia conversado com pelo menos dois funcionários da escola e os problemas eram “amplamente conhecidos” pela direção.
Scheibel afirmou ainda que mais uma pessoa poderá ser indiciada, mas não deu mais detalhes.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/03/100330_adolescente_bullying_rw.shtml
BULLYNG NAS ESCOLAS
Bulling é uma discriminação, feita por alguns cidadãos contra uma única pessoa. Mas não é uma coisa simples, que se pode vencer de um dia para o outro. Bulling é um mal que se carrega durante um período da vida muitíssimo grande. Quando alguém diz que seu cabelo está estranho, você provavelmente vai correndo para o espelho mais próximo para se arrumar. Agora imagina duas, três, dez pessoas, todo o dia, falando mal do seu cabelo, de coisas que você não tem culpa por ter ou muitas vezes por não ter. Sim, isso seria completamente insuportável, quer dizer, sua alto estima fica lá embaixo, e os malvados causadores do bulling seriam os heróis. O que você faria? Se mataria? Sim, existem crianças que se suicidam, mas não com a idéia de que a vida delas é uma droga, e, sim, de que eu vou morrer porque sou feia e tudo que eles dizem é verdade.
Apelidos como "rolha de poço", "baleia", "quatro olhos", vara pau entre outros e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo. Alunos "esforçados" que geralmente sofrem represalias por parte de seus colegas em geral não por caracteriticas fisicas mas também intelectuais são comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying.
Sem equivalente na língua portuguesa, bullying é um termo inglês utilizado para designar a prática desses atos agressivos. As conseqüências são o isolamento, a queda do rendimento escolar, baixa auto-estima, depressão e pensamentos negativos de vingança.
Estudos mundiais revelam que, de 5% a 35% dos alunos estão envolvidos nesse tipo de comportamento. No Brasil, alguns estudos demonstraram que esses índices chegam a 49%.
O encontro abordará o fenômeno nos seus diversos aspectos: escolar, familiar, social, cultural, ético-legal e saúde. O foco principal do evento será o debate, com o objetivo de despertar os profissionais para que se envolvam e se comprometam com a problemática. "A proposta não se limita apenas a discutir medidas pontuais, mas elaborar ações estratégicas que auxiliem a parceria escola-família a romper com a dinâmica bullying", explicou Cléo Fante, membro da comissão organizadora, pesquisadora e autora do livro Fenômeno Bullying, da Editora Verus.
Com os avanços da tecnologia, esse constrangimento saiu das escolas onde era um lugar comum dessa prática e partiu para internet e ganhou força. A nova prática recebeu o nome de “Cyberbulling” e se infiltrou em correios eletrônicos, blogs, Orkut, Msn, etc. O agressor nesse caso, muitas vezes escondido atrás de um apelido, dissemina sua raiva e felicidade enviando mensagens ofensivas a outras pessoas. Em muitos casos, ele exibe fotos comprometedoras, altera o perfil das vítimas e incita terceiros a reforçar o ataque. O único propósito é a humilhação da vítima e isolamento daquele que é considerado mais fraco ou diferente.
“Quem agride, quer que o seu alvo se sinta infeliz como na verdade ele é. É provável que o agressor também tenha sido humilhado um dia, descarregando no mais frágil a sua própria frustração e impotência”(Maluh Duprat).
Não é interessante responder às provocações, pois isso aumentaria a raiva do agressor e é exatamente isso que ele quer. “Outra coisa importante é não manter segredo da ofensa, intimidando-se. Pode ser um bom momento de lidar com os próprios complexos, de superar com a ajuda da família ou dos superiores no trabalho uma situação de confronto maior que seus recursos internos”.
Bulling não é nada bom, e se você conhece alguém que sofre com isso, ajude-o. Pois você se beneficiará com uma nova amizade ou quem sabe salvando uma vida.
http://www.artigonal.com/educacao-artigos/bulling-nas-escolas-1493694.html
Bullyng é coisa séria
Bullyng nada mais é do que uma série de xingamentos podendo evoluir a agressões físicas contra certa pessoa.
Estas ofensas são praticadas por quem é realmente infeliz, na maioria dos casos o agressor já sofreu este tipo de humilhação.
A vítima apresenta falta de motivação, queda na auto-estima, fica mais amarga e vingativa além de se isolar.
Em alguns casos há o abuso sexual, revolta da vítima (se rebela contra o autor do bullyng) e ainda suicídio.
É necessário que estas atitudes sejam do conhecimento dos pais e responsáveis do lugar onde acontece a agressão; as pessoas que conhecem ou percebem que alguém sofre com isso tem o dever de ajudar para evitar problemas maiores.
Por Beatriz Lara
Estas ofensas são praticadas por quem é realmente infeliz, na maioria dos casos o agressor já sofreu este tipo de humilhação.
A vítima apresenta falta de motivação, queda na auto-estima, fica mais amarga e vingativa além de se isolar.
Em alguns casos há o abuso sexual, revolta da vítima (se rebela contra o autor do bullyng) e ainda suicídio.
É necessário que estas atitudes sejam do conhecimento dos pais e responsáveis do lugar onde acontece a agressão; as pessoas que conhecem ou percebem que alguém sofre com isso tem o dever de ajudar para evitar problemas maiores.
Por Beatriz Lara
sábado, 26 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
De um lado a catástrofe e do outro a oportunidade
O terremoto e o tsunami que atingiram o Japão foram de uma magnitude tão grande que estão e irão continuar provocando as mais terríveis conseqüências, principalmente na estrutura sócio-econômica do país, sendo estimado uma reconstrução de ao menos cinco anos.
Mesmo sendo a terceira maior economia do mundo e possuindo a melhor estrutura física e a melhor tecnologia para abalos sísmicos, há uma previsão que as perdas podem chegar a 166 bilhões de reais e que o número de mortes podem chegar a 10 mil. Como conseqüência da queda da economia, o PIB também irá ser afetado, mas segundo especialistas não será tão grande.
Com tudo isso que está acontecendo no Japão é claro que como potência que é, irá afetar a economia global, podendo causar uma nova crise econômica mundial. Por isso e entre outros motivos, que os países mais poderosos economicamente não poupam esforços em ajudá-lo, tentando minimizar os possíveis efeitos na economia mundial.
Os japoneses já enxergam nessa catástrofe uma oportunidade de reerguer melhorando ainda mais taxa de crescimento, rodovias, ferrovias, rede elétrica e entre outros tantos projetos para melhorar a infra-estrutura. Também é uma chance para voltar a ocupar o cargo a 2ª maior potência do mundo.
Com tantas estimativas, talvez algumas incertas, de especialistas e dos próprios japoneses sobre as conseqüências e os caminhos a serem seguidos para realizar a reconstrução, resta ao mundo esperar e ver do que o Japão realmente é capaz de realizar para se reerguer e se tornar uma grande potência como era.
Por Isabela Gontijo - 2º C
Ainda não acabou
Os fenômenos naturais ocorridos no Japão desde o dia 11 de março, somente trazem mais aflições; seja com ao número de mortes, a radioatividade, ou como o país irá sair da fossa.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), diz estar colocando tudo "em ordem": os reatores 5 e 6 já estão sob controle, com temperatura e pressão baixas, a população está tomando pílulas de iodo não radioativos para equilibrar níveis de radiação do próprio corpo, a fumaça do reator 3 já foi contida e o diretor-geral Yukiya Amano assegurou que a crise nuclear será superada de "maneira eficaz".
Mesmo que a AIEA esteja tendo bons resultados os japoneses já tem problemas com a falta de água potável, de alimentos e o principal: em cidades como Tukushima e Ibaraki, foi confirmada a presença de resíduos radioativos.
O número de mortos chega a 8.649 e desaparecidos 12.877.
A previsão é que o país terá gastos exorbitantes para se reconstruir. Ainda assim tragédia deixará lembranças inesquecíveis seja com relação a radiação ou na mente de quem presenciou tudo.
Por Patrícia Mendes Lopes - 2º C
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), diz estar colocando tudo "em ordem": os reatores 5 e 6 já estão sob controle, com temperatura e pressão baixas, a população está tomando pílulas de iodo não radioativos para equilibrar níveis de radiação do próprio corpo, a fumaça do reator 3 já foi contida e o diretor-geral Yukiya Amano assegurou que a crise nuclear será superada de "maneira eficaz".
Mesmo que a AIEA esteja tendo bons resultados os japoneses já tem problemas com a falta de água potável, de alimentos e o principal: em cidades como Tukushima e Ibaraki, foi confirmada a presença de resíduos radioativos.
O número de mortos chega a 8.649 e desaparecidos 12.877.
A previsão é que o país terá gastos exorbitantes para se reconstruir. Ainda assim tragédia deixará lembranças inesquecíveis seja com relação a radiação ou na mente de quem presenciou tudo.
Por Patrícia Mendes Lopes - 2º C
segunda-feira, 21 de março de 2011
Fukushima: reatores têm fumaça, mas AIEA vê bons sinais
Diretor da agência da ONU acha que crise será superada 'sem dúvida alguma'
Uma fumaça branca começou a ser expelida pelo reator 2 da central nuclear de Fukushima, no nordeste do Japão, na tarde desta segunda-feira (no horário local, manhã em Brasília). A fumaça que saía do reator 3 da central horas antes, porém, foi contida, informou a agência de segurança nuclear japonesa. Os engenheiros da central, que fica a cerca de 250 quilômetros de Tóquio, lutam para recuperar os sistemas de resfriamento dos reatores, enquanto caminhões tentam jogar água para ajudar a esfriar os tanques e as barras de combustível.
Os sistemas de resfriamento, projetados para proteger os seis reatores de um superaquecimento que pode ter consequências catastróficas, foram gravemente danificados pelo terremoto e tsunami de 11 de março no Japão. Apesar do temor de uma tragédia nuclear de grandes proporções, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o japonês Yukiya Amano, afirmou nesta segunda que a crise nuclear no Japão será superada "sem dúvida alguma" e "de maneira eficaz" pelos técnicos e autoridades envolvidos na operação.
Infográfico: saiba quais são os efeitos da radiação no solo, no ar e na água
"A AIEA trabalha com todos os meios, em cooperação com outros países e outras organizações internacionais, para ajudar o Japão a acabar com a crise e reduzir ao máximo possível seus efeitos", anunciou o diplomata japonês, no início de uma reunião do conselho de ministros da AIEA em Viena. No domingo, a AIEA assegurou que "houve desenvolvimentos positivos" na central no fim de semana. Os reatores 5 e 6 - os menos afetados - foram colocados em desligamento frio (estão estáveis e sob controle, com temperatura e pressão baixas).
Também nesta segunda, resíduos radioativos foram detectados na água potável de um povoado da região de Fukushima em espinafres da província vizinha de Ibaraki. Ainda assim, as autoridades japonesas insistem em dizer que não há risco imediato à saúde em seu consumo. O número de mortos aumentou para 8.649 pessoas, enquanto outras 12.877 continuam desaparecidas, de acordo com o último cálculo divulgado pela polícia japonesa. Na economia, a perspectiva foi revisada para melhor nesta segunda - acredita-se em crescimento no segundo semestre.
http://www.g1.com.br/
Uma fumaça branca começou a ser expelida pelo reator 2 da central nuclear de Fukushima, no nordeste do Japão, na tarde desta segunda-feira (no horário local, manhã em Brasília). A fumaça que saía do reator 3 da central horas antes, porém, foi contida, informou a agência de segurança nuclear japonesa. Os engenheiros da central, que fica a cerca de 250 quilômetros de Tóquio, lutam para recuperar os sistemas de resfriamento dos reatores, enquanto caminhões tentam jogar água para ajudar a esfriar os tanques e as barras de combustível.
Os sistemas de resfriamento, projetados para proteger os seis reatores de um superaquecimento que pode ter consequências catastróficas, foram gravemente danificados pelo terremoto e tsunami de 11 de março no Japão. Apesar do temor de uma tragédia nuclear de grandes proporções, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o japonês Yukiya Amano, afirmou nesta segunda que a crise nuclear no Japão será superada "sem dúvida alguma" e "de maneira eficaz" pelos técnicos e autoridades envolvidos na operação.
Infográfico: saiba quais são os efeitos da radiação no solo, no ar e na água
"A AIEA trabalha com todos os meios, em cooperação com outros países e outras organizações internacionais, para ajudar o Japão a acabar com a crise e reduzir ao máximo possível seus efeitos", anunciou o diplomata japonês, no início de uma reunião do conselho de ministros da AIEA em Viena. No domingo, a AIEA assegurou que "houve desenvolvimentos positivos" na central no fim de semana. Os reatores 5 e 6 - os menos afetados - foram colocados em desligamento frio (estão estáveis e sob controle, com temperatura e pressão baixas).
Também nesta segunda, resíduos radioativos foram detectados na água potável de um povoado da região de Fukushima em espinafres da província vizinha de Ibaraki. Ainda assim, as autoridades japonesas insistem em dizer que não há risco imediato à saúde em seu consumo. O número de mortos aumentou para 8.649 pessoas, enquanto outras 12.877 continuam desaparecidas, de acordo com o último cálculo divulgado pela polícia japonesa. Na economia, a perspectiva foi revisada para melhor nesta segunda - acredita-se em crescimento no segundo semestre.
http://www.g1.com.br/
Desastre causará impacto limitado ao PIB japonês, diz Banco Mundial
Japão poderá aumentar taxa de crescimento após 6 meses, diz economista.
Especialistas dizem que país levará ao menos 5 anos para reconstrução.
O desastre natural e a crise nuclear não devem exercer um impacto prolongado na economia do Japão, disse nesta quarta-feira (16) o economista-chefe do Banco Mundial, Justin Lin. Com a reconstrução, o Japão poderá aumentar sua taxa de crescimento depois de seis meses, afirmou Lin a jornalistas na Universidade de Johanesburgo.
"Certamente é um choque grande para a economia japonesa", afirmou Lin. "Eles terão alguma perda no PIB, mas, de acordo com nossas estimativas, ela não será tão grande. E também, com a reconstrução, eles podem aumentar a taxa de crescimento do país após seis meses."
Cinco anos de reconstrução
Especialistas dizem que o Japão, a terceira maior economia do mundo, levará ao menos cinco anos para reconstruir as regiões destruídas pelo terremoto e pelo tsunami, pois precisará equilibrar a necessidade de reconstruir casas, estradas e redes de energia com o planejamento de infraestrutura à prova de desastres.
Especialistas dizem que o Japão, a terceira maior economia do mundo, levará ao menos cinco anos para reconstruir as regiões destruídas pelo terremoto e pelo tsunami, pois precisará equilibrar a necessidade de reconstruir casas, estradas e redes de energia com o planejamento de infraestrutura à prova de desastres.
Com temores de que o desastre do Japão leve a uma desaceleração da economia global, investidores deixaram os ativos considerados de risco e o Japão nos últimos dias.
"Com relação à economia global, acredito que esse seja um choque único e no geral não terá impacto no longo prazo", acrescentou o economista do Banco Mundial.
http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/desastre1-causara-impacto-limitado-ao-pib-japones-diz-banco-mundial
Desastre no Japão pode ser o mais caro da história
O terremoto de 8,9 graus na escala Richter e os tsunamis que atingiram o Japão na última sexta-feira (11) podem ser responsáveis pelo desastre natural mais caro da história, estimou nesta segunda-feira (14) a consultoria internacional Eqecat, citada pela rede de TV americana CNN.De acordo com a Eqecat, as perdas no país asiático podem chegar a R$ 166 bilhões (US$ 100 bilhões), incluindo R$ 33,2 bilhões (US$ 20 bilhões) em danos a residências e R$ 66,4 bilhões (US$ 40 bilhões) em danos à infraestrutura japonesa, como rodovias, ferrovias e portos. Apesar da magnitude do desastre, analistas dizem que essas estimativas ainda são "conservadoras e preliminares".
A Agência de Gerenciamento de Incêndios e Desastres do Japão informou que o número de prédios completa ou parcialmente destruídos chegou a 63.225 nesta segunda-feira.
Prevendo o temor dos investidores internacionais em um momento já delicado da economia local, severamente afetada pela crise econômica internacional, o Banco Central do Japão anunciou nesta segunda-feira planos de injetar o valor recorde de R$ 303 bilhões (US$ 183 bilhões) no mercado. Outros R$ 101 bilhões (US$ 61 bilhões) serão usados como garantia para fundos de risco.
Ainda assim, o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio fechou em baixa de 6,18% nesta segunda-feira, em seu primeiro pregão desde o terremoto seguido de tsunami que devastou o nordeste do país.
Os graves problemas nas centrais nucleares da região devastada alimentaram as preocupações sobre as consequências da catástrofe para o conjunto das empresas e da economia japonesa.
O governo japonês estima que a catástrofe tenha um impacto "considerável" na economia nacional e que serão necessários fundos colossais para financiar a reconstrução. Para efeito de comparação, o terremoto e tsunami que devastaram partes do Chile em fevereiro de 2010 causaram prejuízos estimados em R$ 50 bilhões (US$ 30 bilhões). Toyota paralisa produção até quarta
A Toyota, o maior fabricante mundial de automóveis, anunciou nesta segunda-feira que a produção de suas unidades no Japão vai continuar paralisada pelo menos até a próxima quarta-feira (16).
A paralisação afeta as 12 fábricas da Toyota no Japão e reduzirá em 40 mil unidades sua produção prevista para março. A Toyota produziu em janeiro passado 234.045 carros no país, onde fabrica 38% de seus veículos. As ações da empresa caíram 7,7% nas primeiras horas de cotação na Bolsa de Valores de Tóquio.
Nesta segunda-feira também não abriram suas portas as fábricas de Honda, Nissan, Mitsubishi e Suzuki, outros grandes grupos do setor industrial, essencial para a economia japonesa. Várias dessas empresas asseguraram que era muito difícil continuar operando sem receber as peças necessárias.
O governo japonês fez um apelo para que a população economize a energia e autorizou cortes de eletricidade em rodízio de três a seis horas a partir de hoje diante do temor de falta de energia elétrica. Mortos podem passar de 5.000O número de mortos no terremoto de 8,9 graus seguido de tsunami pode passar de 5.000. A contagem é da agência de notícias japonesa Kyodo. Nesta segunda-feira, autoridades da Província de Miyagi encontraram 2.000 corpos.
A agência destaca a falta de precisão no número de vítimas. A contagem oficial é de 1.627. Somados os 2.000 corpos encontrados pelas autoridades da Província de Miyagi e os cerca de 300 achados em Sendai, mais as vítimas de outras localidades, o número de mortos pode passar de 5.000, segundo a agência.
A Agência de Gerenciamento de Incêndios e Desastres do Japão informou que o número de prédios completa ou parcialmente destruídos chegou a 63.225 nesta segunda-feira.
Prevendo o temor dos investidores internacionais em um momento já delicado da economia local, severamente afetada pela crise econômica internacional, o Banco Central do Japão anunciou nesta segunda-feira planos de injetar o valor recorde de R$ 303 bilhões (US$ 183 bilhões) no mercado. Outros R$ 101 bilhões (US$ 61 bilhões) serão usados como garantia para fundos de risco.
Ainda assim, o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio fechou em baixa de 6,18% nesta segunda-feira, em seu primeiro pregão desde o terremoto seguido de tsunami que devastou o nordeste do país.
Os graves problemas nas centrais nucleares da região devastada alimentaram as preocupações sobre as consequências da catástrofe para o conjunto das empresas e da economia japonesa.
O governo japonês estima que a catástrofe tenha um impacto "considerável" na economia nacional e que serão necessários fundos colossais para financiar a reconstrução.
A Toyota, o maior fabricante mundial de automóveis, anunciou nesta segunda-feira que a produção de suas unidades no Japão vai continuar paralisada pelo menos até a próxima quarta-feira (16).
A paralisação afeta as 12 fábricas da Toyota no Japão e reduzirá em 40 mil unidades sua produção prevista para março. A Toyota produziu em janeiro passado 234.045 carros no país, onde fabrica 38% de seus veículos. As ações da empresa caíram 7,7% nas primeiras horas de cotação na Bolsa de Valores de Tóquio.
Nesta segunda-feira também não abriram suas portas as fábricas de Honda, Nissan, Mitsubishi e Suzuki, outros grandes grupos do setor industrial, essencial para a economia japonesa. Várias dessas empresas asseguraram que era muito difícil continuar operando sem receber as peças necessárias.
O governo japonês fez um apelo para que a população economize a energia e autorizou cortes de eletricidade em rodízio de três a seis horas a partir de hoje diante do temor de falta de energia elétrica.
A agência destaca a falta de precisão no número de vítimas. A contagem oficial é de 1.627. Somados os 2.000 corpos encontrados pelas autoridades da Província de Miyagi e os cerca de 300 achados em Sendai, mais as vítimas de outras localidades, o número de mortos pode passar de 5.000, segundo a agência.
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